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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Biblioteca Zeca de Magalhães cai na rede!

O acervo da Biblioteca Zeca de Magalhães, pertencente ao CRIA, agora pode ser acessado diretamente pelo nosso blog (veja selo ao lado). Com isso, o CRIA quer ampliar o número de usuários, na perspectiva de potencializar o hábito e prazer pela leitura.

A disponibilização do acervo on-line foi possível graças à implantação do PHL©Elysio - Personal Home Library, um sistema especialmente desenvolvido para administração de coleções e serviços de bibliotecas, centros de informações e museus.

De acordo com o mediador de leitura e arte-educador do CRIA, Robson Poeta Du Rap, “o acervo está on-line desde agosto de 2010, mas os freqüentadores da biblioteca já vinham sendo cadastrados no sistema PHL”.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Evento discute a cultura literária na internet

No próximo dia 18 de junho (sexta-feira), o CRIA - Centro de Referência Integral de Adolescentes promove o 1º “Pipoca & Papo” de 2010. O evento começa às 17h30, no Espaço Conexão do Centro Cultural Solar Ferrão/IPAC, na Rua Gregrório de Mattos, Pelourinho.

Para esta edição, foi escolhido como tema "Cultura literária na internet: o que dizem essas leituras?", com a presença de dois "blogueiros", os poetas James Martins e Cazzo Fontoura. O encontro é gratuito e aberto a todos os interessados.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Prazer de ler em debate


Gilvã Mendes, autor de Queria Brincar de Mudar Meu Destino (ed. Papirus), será o convidado especial do Pipoca e Papo, atividade de sensibilização de adolescentes e jovens para a prática da leitura promovida pelo CRIA. Jovem escritor em início de carreira, Gilvã vai compartilhar com os 80 adolescentes e jovens do CRIA sua história de vida: a dificuldade para entrar em uma escola, os preconceitos sofridos pelo fato de ser cadeirante e, principalmente, a paixão pela literatura, que o levou à realização do sonho de escrever um livro.

O Pipoca e Papo tem por objetivo aproximar adolescentes e jovens que participam de grupos artísticos de teatro, poesia, clown e artes multimídia do CRIA, além de parceiros e amigos do ato de ler. A cada encontro, as reflexões são feitas em torno de um autor, da sua obra, como um ato de prazer que nos leva a ver e sentir mais.

O CRIA ficou em primeiro lugar no edital Pontos de Leitura, promovido pelo Ministério da Cultura. O Pipoca e Papo é um espaço de apreciação coletiva da Literatura, e está integrado ao Projeto Biblioteca Viva - Formação Criativa de Leitores, parceria do CRIA com a Caixa Econômica Federal, Instituto do Patrimônio Artístico-Cultural (IPAC) e Instituto de Ciências da Informação da UFBA (ICI/UFBA).
SERVIÇO

O quê: Pipoca e Papo – Bate papo com o escritor Gilvã Mendes
Quando: 11/09 (sexta-feira), às 17h
Onde: Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, Pelourinho)
Contato: 71 3322-1334

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Sugestão de Leitura: O Homem que Roubava as Horas

Por Renato de Jesus dos Santos, jovem ator do CRIA, do grupo Mais de Mil

Um dia desse eu li um livro muito interessante, do Daniel Munduruku; o livro se chama O homem que roubava horas. Logo que vi seu nome, pensei como é que uma pessoa consegue fazer isso: roubar horas. Pensei: tenho que ler esse livro. E comecei a lê-lo.

A historia começa falando de um senhor, que morava só. Quer dizer, quase só. Ele tinha um monte de cachorros em sua casa, que era as ruas, todas as ruas. As pessoas achavam várias coisas dele, umas que ele era maluco, outras que ele era uma má pessoa, outras que ele era bom, algumas sentiam pena dele.

Agora pense: porque o livro tem esse nome, de homem que roubava horas? Não vou falar agora, vocês terão de ler o livro.

Livro: O homem quer roubava as horas
Autor do texto: Daniel Munduruku
Autor das ilustrações: Janaina Tokitaka

Homenagem a Manuel Querino

Para comemorar o aniversário de 158 anos de nascimento e marcar os 86 anos de morte de um dos mais importantes pesquisadores da história da Bahia, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) prepara homenagens ao escritor e antropólogo baiano Manuel Querino. Segundo o diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça, a idéia é realizar palestras, lançamento de livro e exposições de obras desse intelectual baiano, ainda, pouco conhecido do grande público.

O evento, batizado como ‘Semana Manuel Querino’ terá entrada franca e acontecerá de 27 a 31 deste mês (julho, 2009) na biblioteca que tem o mesmo nome do etnólogo, e onde também está reunido o acervo da biblioteca Zeca de Magalhães, do CRIA. Localizada no Centro Cultural Solar Ferrão, casarão do Centro Histórico de Salvador originário do século XVII e tombado pelo IPHAN como monumento nacional, a biblioteca é administrada pelo IPAC, assim como o solar.

Biblioteca de mudança

Acontece nesta quarta (22/07) a mudança do acervo da Biblioteca Zeca de Magalhães, do CRIA, para a Biblioteca Manuel Querino, do Instituto do Patrimônio Artístico-Cultural (Ipac). A partir desta mudança, os mais de cem jovens diretamente ligados ao CRIA passam a ter acesso ao rico acervo de 13 mil livros da Biblioteca Manuel Querino, além de 300 títulos de periódicos, recortes de jornais e monografias das áreas da história da Bahia, antropologia, arquitetura, urbanismo, arte, artesanato, sociologia e patrimônio.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Jovens do CRIA propõem Experiência Multimídia

Que sons compõem o Centro Histórico de Salvador? Instigados em descobrir a resposta para esta pergunta, adolescentes e jovens do CRIA compuseram "Paisagens Sonoras", áudio que traduz artisticamente a forma como ouvem o bairro do Pelourinho. O produto será apresentado na tarde da próxima sexta, 17 de julho, no ELE - Encontro de Linguagem e Expressão, e conta com a presença profº de educação indígena e etnomusicólogo Ricardo Pamfilio.

O Encontro de Linguagem e Expressão é um espaço de estímulo ao hábito e ao prazer de ler e de experimentações artísticas usando as tecnologias de comunicação. Em 2009, o ELE passa a contar com a parceria do IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural, que cede espaço para a realização das rodas de conversa e escrita e acolhe a Biblioteca Zeca de Magalhães do CRIA, integrando-a à Biblioteca Manoel Querino do IPAC, potencializando assim uma política de formação de leitores desenvolvida pelo CRIA.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Sugestão de Leitura: Um homem chamado Moisés

por Robson Poeta du Rap



Imagino que cada objeto aqui da biblioteca, no mínimo muitos deles, podem ser percebidos como novidade. Basta que o olhar não envelheça.

Eu, apesar de ser o “cuidador” do acervo, confesso que ainda nem conheço tudo que tem aqui; lógico que tudo que tem aqui, na maioria livros, algumas revistas, poucos DVDs... tudo passa por minha mão; mas não li, nem assisti tudo. É a condição de não saber, de não conhecer que me deixa mais ainda instigado. É de objetos não identificados que nascem os mistérios. É da condição de não saber que me surge a vontade de me aproximar; de “mexer no que não é da minha conta”.

O mundo me cobra certezas; certezas sobre quem sou, porque sou; certezas do que gosto, porque não gosto. O certo é que deixo que o encontro com os livros aconteça assim “sem certezas”. Meu gosto, meu paladar, os caminhos por onde se constrói meu olhar... é tudo coisa que acontece por impulso; coisa “de momento”. Já aconteceu de eu sair pra festas já com o pensamento pronto: sair pra arrumar paquera; sair pra encher a cara; e não tenho boas lembranças dessas experiências de objetivação do destino. As melhores paqueras – os beijos mais gostosos, as mais intensas e proveitosas conversas... as paixonites e as paixões de arrasar – me aconteceram sem mandar aviso, sem hora marcada; é assim: a felicidade acontece por fora da pauta.

É certo que sem um mínimo de certeza não se existe; sem a certeza de que “eu sou eu” não seria possível que “eu” estivesse produzindo este texto. Tenho certeza que, assim como se dedica tempo pro namoro, pras obrigações de trabalho, pra prática de esporte, faz bem pra saúde - também – “se esconder da correria do mundo” pra ler alguma coisa que nos enche os olhos e a curiosidade.

Uma vez - num desses momentos que a gente tem que fazer uma coisa e acaba fazendo outra – estava com algumas pilhas de livros pra catalogar, e como gosto de ler uns trechos dos livros que estou catalogando, me encontrei com um livro, de literatura infanto-juvenil, e não consegui parar de ler. Tinha que deixar a leitura pra depois, já que é minha obrigação catalogar os livros; mas não consegui. Caí numa contação de história muito gostosa de ser lida, que mistura ficção com riquíssimas informações da História Oficial; o livro se chama “Um menino chamado Moisés”, do Moacyr Scliar. É sobre a história dos judeus, da história de Moisés; e o mais importante: o escritor cria o Moisés dele; conta a história da infância de Moisés. Acabei que me diverti, dei risadas e em outros momentos fiquei cheio de ansiedade pra saber o que ia acontecer. Foi como se eu estivesse “estudando e brincando”, ali, só eu e o fantasma de quem escreveu o livro.

Indico pra crianças, adolescentes e também pra quem já tá pra lá da adolescência.


Livro: Um menino chamado Moisés
Autor do texto: Moacyr Scliar
Autor das ilustrações: Antonio Andrade
Editora: Ática

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CRIA e IPAC formalizam parceria

Mobilizar e estimular o prazer pela leitura e pela pesquisa nos adolescentes e jovens que participam diretamente do CRIA - esse é um dos objetivos da parceria estabelecida entre o CRIA e o Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC) no último dia 18. O termo de cooperação técnica assinado pelas duas entidades prevê a utilização da biblioteca Manuel Querino, do IPAC, para a promoção de rodas de conversa, leitura e escrita sobre cultura, história e patrimônio, entre outros temas. A programação será fixa com mais de 15 atividades permanentes.

Com a parceria, os 140 adolescentes e jovens do CRIA passarão a ter acesso também ao acervo da Manuel Querino - um acervo de 13 mil exemplares de livros, 300 títulos de periódicos, recortes de jornais e monografias com assuntos ligados às áreas de patrimônio, cultura e do Centro Histórico de Salvador. O espaço também está equipado com terminais de computadores com acesso a Internet, nos quais os usuários podem fazer pesquisas e consultas.

O CRIA mantém, desde julho de 2007, a Biblioteca Zeca de Magalhães, espaço em que desenvolve seus projetos de estímulo ao hábito da leitura. Ela leva o nome do poeta de rua e ex-coordenador institucional do CRIA e do Grupo CRIAPoesia, falecido em 2007, e atende 100 crianças, adolescentes e adultos que integram os grupos artísticos do CRIA, além de jovens de 24 comunidades de Salvador.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Parceria em prol da leitura

CRIA e Instituto de Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC) fecharam uma parceria que é, literalmente, de encher os olhos: este semestre, a Biblioteca Zeca de Magalhães, do CRIA, passa funcionar de maneira integrada à Biblioteca Manuel Querino, do IPAC.

Vizinha ao CRIA, a Manuel Querino funciona no número 45 da Rua Gregório de Mattos, no Solar Ferrão - um prédio de de seis andares, originário dos séculos XVII/XVII e tombado desde 1938 pelo Instituto do Patrimônio Historico e Artístico Nacional.

Com a parceria, os mais de cem jovens do CRIA passarão a ter contato com um acervo de 13 mil exemplares de livros, 300 títulos de periódicos, recortes de jornais e monografias com assuntos ligados às áreas de patrimônio, cultura e do Centro Histórico de Salvador. O espaço também está equipado com terminais de computadores com acesso a Internet, nos quais os usuários podem fazer pesquisas e consultas.

Entre os objetivos da parceria, estão a realização de diagnóstico, a re-qualificação e re-organização do acervo bibliotecário, a disseminação de projetos de arte-educação, as atividades culturais, o incentivo à leitura e as visitas orientadas.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

CRIA é Ponto de Leitura




O Projeto Formação Criativa de Leitores, desenvolvido pelo CRIA com o objetivo de estimular o prazer pela leitura, foi o primeiro colocado do Concurso Pontos de Leitura 2008 - homenagem à Machado de Assis. Promovido pelo Ministério da Cultura, o Concurso contemplou ainda outras 215 instituições de diversos estados da federação.

Todos os premiados foram alçados à categoria de Pontos de Leitura e passam a integrar a Rede Biblioteca Viva - uma plataforma virtual de acompanhamento, interlocução e interação entre iniciativas de livros e leitura brasileira. Também receberão 500 livros de ficção e não-ficção, um computador e peças de mobiliário - tapete, almofadas, pufes, estantes, mesa e cadeira.

A Zeca de Magalhães, na qual o CRIA desenvolve seus projetos de estímulo ao hábito da leitura, foi inaugurada em julho de 2007, em parceria com o Instituo C&A, e também integra o Programa Nacional Prazer em Ler. Ela leva o nome do poeta de rua e ex-coordenador institucional do CRIA e do Grupo CRIAPoesia, falecido em 2007, e atende 100 crianças, adolescentes e adultos que integram os grupos artísticos do CRIA, além de jovens de 24 comunidades de Salvador.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Participe desta Campanha!

Existem muitas formas de dar asas à Campanha Doe Livros, Solte as Palavras, que está ampliando o acervo da Biblioteca Zeca de Magalhães. Além de trazer seus livros à sede do CRIA (Rua Gregório de Mattos, nº 21, Pelourinho), você pode colocar em seu site ou blog o nosso selo. Basta enviar um e-mail para comunicacao@criando.org.br.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Campanha: Coquetel de lançamento com Doação de Livros


Quem quiser doar livros para a Biblioteca Zeca de Magalhães, pode levar seus exemplares nesta sexta (10/10), às 19h, para o Colégio Central da Bahia. Neste dia, a Fundação Òmnira e o Colégio Central da Bahia promovem o coquetel de lançamento do livro Salvador, 460 anos de poesia, antologia poética organizada pelo jornalista Carlos Souza.

A publicação apresenta poemas de Zeca de Magalhães – ex-coordenador do CRIA, que dá nome à Biblioteca – e também de nomes como Castro Alves, Cuíca de Santo Amaro, Dorival Caymmi e Gregório de Mattos, entre outros. A programação inclui recital poético, debate com autores, exposição de livros e sessão de autógrafos. A atividade conta com apoio da APUB, Cantina da Lua e Fundação Pedro Calmon. A entrada é franca.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Doe um livro, solte as palavras


Aquele livro que te fez sonhar e está encostado na estante pode levar outros adolescentes e jovens a levantar vôo. A Biblioteca Zeca de Magalhães, espaço do CRIA – Centro de Referência Integral de Adolescentes dedicado a estimular o hábito e o prazer pela leitura, está em Campanha para aumentar seu acervo, que hoje conta com cerca de 500 títulos.

A Biblioteca foi inaugurada em julho de 2007, em parceria com o Instituo C&A, e integra o Programa Nacional Prazer em Ler com o projeto Formação Criativa de Leitores: Contadores CRIAm Histórias. Ela leva o nome do poeta de rua e ex-coordenador institucional do CRIA e do Grupo CRIAPoesia, falecido em 2007.

Na Biblioteca, as quase 100 crianças, adolescentes e adultos que integram os grupos artísticos do CRIA e mais jovens de 24 comunidades de Salvador têm acesso a um pequeno acervo de clássicos da literatura brasileira e estrangeira, literatura para o vestibular, revistas jornais e vídeos.

O ato de ler também é estimulado com ações de mediação de leitura. É o caso do “Pipoca e Papo”, que promove a leitura de textos, a escuta de entrevistas e o papo com estudiosos e leitores do autor escolhido do mês. A atividade atiçou o desejo de ler Clarice Lispector, Machado de Assis, Jorge Amado, alguns dos autores já apresentados nos encontros.

Outras histórias são criadas, contadas e escritas nos Encontro de Linguagem e Expressão, atividade de formação do Programa de Educação para a Cidadania, que tem também como objetivo desmistificar a “norma culta” através da valorização da diversidade lingüística.

Quem quiser se integrar a esta história e contribuir para a formação de um Brasil leitor, pode doar obras literárias para a biblioteca. Os livros podem ser entregues na sede do CRIA - Centro de Referência Integral de Adolescentes (Rua Gregório de Mattos, 21, Pelourinho).

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Pipoca e Papo homenageia Machado de Assis


O bate-boca entre uma agulha orgulhosa e uma linha de costura é tema do conto Um Apólogo, de Machado de Assis. Lido pelo arte-educador do CRIA James Martins, o texto serviu de abertura para o Pipoca e Papo que, nesta sua terceira edição, integrou as homenagens pelos cem anos de morte do escritor Machado de Assis.
Os convidados – o estudante de Filosofia da UFBA, Saulo Dourado, e o poeta e blogueiro Cazinho – aconselharam os adolescentes e jovens a não se intimidarem diante do clássico. “Eu ouvia o nome ‘Machado de Assis’ e ficava com medo. Mas quando comecei a ler, não parei mais”, contou Saulo, que também comentou os enredos e o estilo peculiar do autor: “Ele é incrível: quando eu me dava conta, Machado estava conversando comigo!”.
Como a idéia é formar leitores, para este Pipoca e Papo a Biblioteca Zeca de Magalhães ampliou o seu acervo, adquirindo as obras Dom Casmurro, Memória Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, O Alienista, Um apólogo e o livro “Machado de Assis afro-descendente”, de Assis Duarte.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

III Pipoca e Papo homenageia Machado de Assis


A terceira edição do Pipoca e Papo acontece na tarde desta sexta (19/06), e homenageia Machado de Assis. Considerado internacionalmente como um dos maiores autores da literatura brasileira, a homenagem integra as comemorações de cem anos de morte do escritor nascido em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, em pleno século 19.

Participarão da homenagem Saulo Dourado, estudante de Filosofia na UFBA, e Cazinho, poeta e blogueiro. Os dois vão compartilhar com o público as leituras de textos de Machado de Assis. O objetivo é que todos fiquem bem à vontade para interagir a ouvir histórias sobre o trabalho e a vida d’O Bruxo do Cosme Velho, como era conhecido o escritor.

O PIPOCA E PAPO é um espaço de apreciação coletiva da Literatura, e está integrado ao Projeto Formação Criativa de Leitores: Contadores CRIAm Histórias, parceria do CRIA com o Programa Prazer em Ler/ Instituto C&A, que fortalece a metodologia de formação de leitores do CRIA através do Programa de Educação para a Cidadania

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

II Pipoca e Papo traz tema do Seminário Internacional de UNICEF

Ensino Médio: Direito, Inclusão e Desenvolvimento será o tema da roda de conversa do II Pipoca e Papo no próximo dia 22 de agosto, das 15 h às 18h, na sede do CRIA (Rua Gregório de Mattos, 21, Pelourinho). Participação aberta e gratuita.

A discussão servirá de embasamento para a participação do CRIA no Seminário Internacional do UNICEF, que acontece de 2 a 4 de setembro em Buenos Aires (Argentina) com o objetivo de potencializar o esforço dos países da região em prol da melhoria da educação, por meio do trabalho conjunto e da troca de experiências e conhecimentos.

Para esquentar a panela da pipoca, será exibido o filme Pro dia nascer feliz (direção de João Jardim) que evidencia o cotidiano e a subjetividade de estudantes e alguns professores de seis escolas do Brasil. Na seqüência, Marcelo Rocha, educador, fará uma breve análise da situação da educação secundária na Bahia.

Eleonora Rabêllo, Coordenadora Pedagógica do CRIA, levará os questionamentos e reflexões para o Seminário Internacional do UNICEF, um espaço acadêmico, político e técnico de debate sobre o Ensino Médio.

Para o UNICEF da Argentina, Brasil e Chile, que promovem o Seminário, os Estados têm avançado em reconhecer a necessidade de estender a escolaridade obrigatória para garantir uma base de conhecimento que permita o exercício pleno da cidadania. Mas, avalia-se que
a estrutura é insuficiente e cara e os índices mostram resultados baixos de aprendizagem, além das altas taxas de abandono que se acentuam nos setores mais pobres - oferta insuficiente, qualidade questionável, limites de investimento.

PROGRAMAÇÃO do Pipoca e Papo

15h – Abertura - O sentido do encontro
15h10 - O filme: "Pro dia nascer feliz"
16h40 – A atual situação da educação secundária no Estado da Bahia - Breve análise de Marcelo Rocha
17h – Debate com os participantes

Saiba mais! Siga os caminhos da construção das políticas públicas de educação do seu país: http://www.seminariosunicef.org/por/index.php


terça-feira, 29 de julho de 2008

I Pipoca e Papo quer saber: para você, o que é uma felicidade clandestina?

Nesta sexta, a partir das 17h30 a Biblioteca Zeca de Magalhães realiza o I Pipoca e Papo. O encontro – uma roda de conversa sobre literatura - traz como convidados Mônica Santana, jornalista da ONG Cipó - Comunicação Interativa, e Gilson Antunes, mestrando em letras e lingüística da UFBa, para puxar um bate-papo sobre a escritora Clarice Lispector a partir do conto “Felicidade Clandestina”.

A escolha da escritora e deste conto em especial tem tudo a ver com a missão da Biblioteca, que é estimular e promover a leitura como prática de prazer. Neste texto, de um jeito cheio de fantasia, Clarice nos conta como uma menina passa a gostar de ler e manter contato com os livros. E assim, clandestinamente, vamos apresentando e aproximando o jovem leitor da sua maravilhosa obra.

E por que abrir uma roda de conversa? É Robson Ferreira, assistente da Biblioteca, quem responde: “Porque o CRIA acredita na arte-educação como metodologia para a inclusão de aspectos lúdicos em todos os processos educativos. Por isso o evento chama-se Pipoca e Papo. Poderia ser usada a expressão 'Palestra com coffee break' (risos), mas soaria exageradamente formal, e esse é o foco de resistência da grande maioria de pessoas que não se identificam com o hábito da leitura”, explica.

O Pipoca e Papo será realizado a cada dois meses, e pretende aproximar adolescentes e jovens que participam de grupos artísticos de teatro, poesia, clown e artes multimídia do CRIA, além de parceiros e amigos do ato de ler. A cada encontro, as reflexões serão feitas em torno de um autor, da sua obra, como um ato de prazer que nos leva a ver e sentir mais.

E para você: o que é uma felicidade clandestina?

terça-feira, 8 de julho de 2008

Incentivo à leitura no CRIA

Em julho, o CRIA inaugura mais um espaço de incentivo à leitura para jovens e adolescentes. Pipoca e Papo foi o nome escolhido para expressar o clima de reflexão e prazer dos encontros na Biblioteca Zeca de Magalhães. O objetivo é estimular e promover o hábito de leitura como prática de lazer e prazer, para os 106 jovens e adolescentes que participam dos grupos artísticos e de comunicação do CRIA e os seus parceiros de atuação comunitária.

A Biblioteca Zeca de Magalhães é um espaço que pretende contribuir para o estímulo à leitura, para acesso a obras prioritariamente de autores brasileiros e outros portadores de textos como revistas, periódicos e filmes, na perspectiva de desenvolver o hábito e prazer pela leitura.

A Biblioteca Zeca de Magalhães foi inaugurada em julho de 2007 e homenageia o poeta de rua Zeca! No CRIA ele foi coordenador da área de poesia, um dos criadores dos recitais de poesia do grupo CRIAPoesia, junto com os educadores e cordelistas Gui e Sérgio Baialista, grande incentivador da formação de leitores e escritores jovens e iniciou a montagem do acervo que compõe a biblioteca.

Pipoca e Papo acontecerá a partir de 25 de julho, no espaço da Biblioteca, na sede do CRIA, aberto à participação de leitores, poetas, fãs, críticos e curiosos especialmente da literatura brasileira. Na pauta do primeiro encontro, Clarice Lispector!

Confira a programação no Blog do CRIA!