“Ô, abre a roda, tindolê-lê...”: se depender do CRIA, as cantigas de roda não precisam fazer parte de um passado que foi esquecido. Está marcado para 05 de dezembro a culminância do projeto Cultura da Infância, desenvolvido por CRIA e Escola Municipal Cid Passos, no subúrbio de Salvador. Orientados por Lydia Hortélio, consultora do CRIA em Cultura da Infância, a atividade vai apresentar presépios de Natal, uma arte tradicional do sertão baiano, construídos pelas crianças e educadores da escola. Esta semana, já foi possível ter uma amostra do processo: cem crianças, com idades entre 4 e 5 anos, se divertiram com a apresentação dos resultados do projeto realizado com quatro turmas de educação infantil.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Agende-se: CRIA em ação pelo direito de brincar na pauta
“Ô, abre a roda, tindolê-lê...”: se depender do CRIA, as cantigas de roda não precisam fazer parte de um passado que foi esquecido. Está marcado para 05 de dezembro a culminância do projeto Cultura da Infância, desenvolvido por CRIA e Escola Municipal Cid Passos, no subúrbio de Salvador. Orientados por Lydia Hortélio, consultora do CRIA em Cultura da Infância, a atividade vai apresentar presépios de Natal, uma arte tradicional do sertão baiano, construídos pelas crianças e educadores da escola. Esta semana, já foi possível ter uma amostra do processo: cem crianças, com idades entre 4 e 5 anos, se divertiram com a apresentação dos resultados do projeto realizado com quatro turmas de educação infantil.
Pontos de Cultura reunidos sugerem diretrizes gerais ao Ministro

Ponto de Cultura desde o ano de 2005, o CRIA esteve presente no Teia 2008 – Terceiro Encontro Nacional dos Pontos de Cultura, que reuniu em Brasília, de 12 a 16 de novembro, representantes de mais de 600 Pontos de Cultura de todo o país.
Represente do CRIA no evento, Ana Paula Carvalho avaliou como positivo o encontro. “Ao mesmo tempo em que foi um local para que os Pontos se encontrassem para pensar o Programa e suas práticas, a Teia é um espaço muito rico para que a gente tenha contato com a diversidade cultural do país”, opina.
Durante a teia foi realizado também o II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura. Da Bahia, participaram 31 delegados dos 68 pontos de cultura já existentes no Estado, e mais 50 convidados, como ouvintes, dos novos 150 pontos de cultura aprovados no último edital. O documento final do Fórum foi a Carta ao Ministro Juca Ferreira, disponível aqui.
Movimentos vêm solução na comunicação comunitária
O tratamento dado aos movimentos sociais pela mídia foi tema do seminário “Criminalização de ONGs e Movimentos Sociais no Brasil – articulando o enfrentamento coletivo”, que reuniu em Salvador na última semana representantes de organizações não governamentais, redes e fóruns da sociedade civil e movimentos sociais.
Promovido pela Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais – Abong, da qual o CRIA é associado, o evento teve como objetivo contribuir para um diagnóstico do contexto, tendo como foco o papel da mídia na criminalização das ONGs e dos movimentos.
A advogada Sara Cortês apresentou panorama histórico da criminalização. “Os negros escravizados no Brasil e que se refugiavam em quilombos já eram tratados como bandidos”, recordou, ao tempo em que explicava que o atual Código Penal ainda guarda resquícios desta época. “O crime de ‘vadiagem’ ainda está tipificado”.
Já a diretora da Abong, Taciana Gouveia, convocou os presentes a um resgate da rebeldia. “Somos considerados ‘foras-da-lei’ porque protestamos contra leis que consideramos injustas”, afirmou. “Não deveríamos nos ocupar em nos enquadrarmos na lei, mas em mudá-la”.
Durante o debate, o público sugeriu idéias para reverter o quadro. O investimento na comunicação comunitária foi um quase consenso. “Temos que criar nossos próprios canais de informação, para dar a nossa versão dos fatos”, afirmou Edmundo Kroger, diretor do Centro de Cultura Popular (Cecup).
Promovido pela Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais – Abong, da qual o CRIA é associado, o evento teve como objetivo contribuir para um diagnóstico do contexto, tendo como foco o papel da mídia na criminalização das ONGs e dos movimentos.
A advogada Sara Cortês apresentou panorama histórico da criminalização. “Os negros escravizados no Brasil e que se refugiavam em quilombos já eram tratados como bandidos”, recordou, ao tempo em que explicava que o atual Código Penal ainda guarda resquícios desta época. “O crime de ‘vadiagem’ ainda está tipificado”.
Já a diretora da Abong, Taciana Gouveia, convocou os presentes a um resgate da rebeldia. “Somos considerados ‘foras-da-lei’ porque protestamos contra leis que consideramos injustas”, afirmou. “Não deveríamos nos ocupar em nos enquadrarmos na lei, mas em mudá-la”.
Durante o debate, o público sugeriu idéias para reverter o quadro. O investimento na comunicação comunitária foi um quase consenso. “Temos que criar nossos próprios canais de informação, para dar a nossa versão dos fatos”, afirmou Edmundo Kroger, diretor do Centro de Cultura Popular (Cecup).
Equipe CRIA sempre em formação
Como ampliar o alcance das ações realizadas pelas organizações não governamentais? O tema, conhecido como advocacy, foi tema de palestra realizada por Manoel Santos, consultor da organização internacional Save the Children, apoiadora do CRIA, para os membros da equipe e para os adolescentes e jovens da instituição.
As formas de participação das instituições junto aos poderes legislativo, propondo leis, e o judiciário, responsabilizando o estado por não cumprir seus deveres, foi um dos temas abordados. “Certamente, não é algo fácil ou que vá dar um resultado imediato”, afirma Manoel, “mas é uma das formas de potencializar a nossa ação”, completou.
A possibilidade de participação em Conselhos de Direitos foi outro assunto discutido. Para a equipe do CRIA, a palestra foi considerada essencial. “Sem dúvidas, esta é uma discussão que precisa ser estendida a todos, para que possamos definir e realizar cada vez melhor a nossa vocação institucional”, opina Eleonora Rabello, coordenadora da instituição.
As formas de participação das instituições junto aos poderes legislativo, propondo leis, e o judiciário, responsabilizando o estado por não cumprir seus deveres, foi um dos temas abordados. “Certamente, não é algo fácil ou que vá dar um resultado imediato”, afirma Manoel, “mas é uma das formas de potencializar a nossa ação”, completou.
A possibilidade de participação em Conselhos de Direitos foi outro assunto discutido. Para a equipe do CRIA, a palestra foi considerada essencial. “Sem dúvidas, esta é uma discussão que precisa ser estendida a todos, para que possamos definir e realizar cada vez melhor a nossa vocação institucional”, opina Eleonora Rabello, coordenadora da instituição.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
CRIA na Teia 2008
De hoje até o dia 16, acontece em Brasília o Terceiro Encontro Nacional dos Pontos de Cultura, o Teia 2008. Com o tema "Direitos Humanos: Iguais na diferença", o CRIA estará representando no encontro, que deve reunir cerca de 800 representantes e centenas de artistas e artistas culturais.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Participe desta Campanha!
Existem muitas formas de dar asas à Campanha Doe Livros, Solte as Palavras, que está ampliando o acervo da Biblioteca Zeca de Magalhães. Além de trazer seus livros à sede do CRIA (Rua Gregório de Mattos, nº 21, Pelourinho), você pode colocar em seu site ou blog o nosso selo. Basta enviar um e-mail para comunicacao@criando.org.br.
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